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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Nasa investiga vazamento de água em capacete após caminhada espacial

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 20:16 BRT
 
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CABO CANAVERAL, Estados Unidos(Reuters) - Dois astronautas norte-americanos terminaram uma caminhada espacial de seis horas e meia nesta quarta-feira para preparar os locais de acoplamento de novas espaçonaves comerciais e descobriram posteriormente que houve vazamento de água de um capacete, um problema que levou ao quase afogamento de outro astronauta em 2013, disseram autoridades.
Ao contrário do incidente de 2013, o astronauta Terry Virts não correu perigo, disse o comentarista da missão da Nasa, Rob Navias.
Virts descobriu que uma pequena quantidade de água estava flutuando em seu capacete depois que ele e o colega da caminhada espacial Barry "Butch" Wilmore voltaram à câmara de ar da estação após uma excursão bem-sucedida.
"Eu realmente não consigo ver qualquer perigo imediato", afirmou por rádio a engenheira de voo da estação, a italiana Samantha Cristoforetti, ao Controle da Missão em Houston.
Em julho de 2013, a Nasa rapidamente abortou uma caminhada espacial quando o capacete usado pelo astronauta italiano Luca Parmitano começou a encher de água. No momento em que ele voltou à câmara, sua visão foi bloqueada e equipamentos de comunicações pararam de funcionar.
A Nasa suspendeu as caminhadas espaciais enquanto os engenheiros procuravam a causa do problema. Engenheiros ainda não sabem por que o capacete de Virts vazou, nem se o problema está relacionado ao incidente anterior, disse Navias.
Os gerentes da Nasa planejam se reunir na sexta-feira para decidir se desejam prosseguir com a caminhada no domingo, acrescentou ele.
Durante a caminhada espacial desta quarta-feira, os astronautas removeram uma tampa de proteção onde os ônibus espaciais acoplam, um dos dois locais que estão sendo reconfigurados para novas espaçonaves em desenvolvimento pela Boeing e a Space Exploration Technologies, ou SpaceX.
O trabalho abre caminho para a chegada no fim deste ano de dois adaptadores de acoplamento internacionais, que serão instalados durante mais quatro caminhadas espaciais planejadas pela Nasa em 2015.

http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRKBN0LT2MX20150225
Após mais de duas décadas de parceria na ISS (Estação Espacial Internacional), russos e americanos anunciaram que não devem cancelar o programa do laboratório após 2024.
O governo russo comunicou recentemente que deverá seguir um caminho independente após 2024, lançando ao espaço uma nova estação, de menor porte e focada nos interesses nacionais. O programa prevê utilizar um sistema de módulos similar ao empregado na atual estação, incluindo um laboratório cientifico, modulo de uso múltiplo, módulo de energia e de apoio. A iniciativa, segundo Moscou, é dar maior segurança as missões espaciais russas, especialmente agora que as relações com os EUA estão abaladas.
Washington havia declarado anteriormente que abandonará seu suporte a estação, planejando buscar um novo caminho de forma independente. As autoridades dos EUA estudam lançar um programa para montar uma base permanente na Lua, que poderá auxiliar nas futuras missões espaciais com destino à Marte.
Os demais membros do projeto, como a Agência Espacial Europeia não divulgaram ainda os planos para o futuro. Alguns especialistas acreditam que devido à proximidade tecnológica e estratégica, os europeus devem manter a parceria com os EUA.
Atualmente o único país a contar com plano já definidos para o futuro é a China, que trabalha numa estação espacial própria e traços planos para o envio de missões tripuladas à Lua. Alguns analistas apontam que ironicamente o grande trunfo de Pequim é o regime fechado, que permite um planejamento de longo prazo sem interferências de interesses políticos diversos.


Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/russia-e-eua-anunciam-fim-da-iss_1976.html#ixzz3Suudxtfn

http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/russia-e-eua-anunciam-fim-da-iss_1976.html

Imagem 7/14: Mulheres tecem tapetes tradicionais na aldeia de Ait Sghir na região do Alto Atlas, no Marrocos. Os montes cobertos de neve das montanhas do Alto Atlas são o lar de várias aldeias berberes onde os habitantes sobrevivem através da agricultura, fabricação de pães, criação de gado e fabricação de mel, azeite e cerâmica. Mudanças climáticas têm afetado a região e prejudicado a produção agrícola Youssef Boudlal/Reuters
http://noticias.uol.com.br/album/2015/02/24/fotografo-registra-o-cotidiano-de-aldeias-nas-montanhas-no-marrocos.htm?abrefoto=7

A plantação de algodão que fez mar de Aral virar deserto 

Rustam Qobilov
Da BBC Uzbequistão
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A plantação de algodão que fez mar de Aral virar deserto4 fotos

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Foram necessários apenas 40 anos para que o quarto maior lago do mundo, o mar de Aral, na Ásia Central, secasse. O que antes eram 60 mil quilômetros quadrados preenchidos por água, com profundidade de 40 metros em alguns locais, evaporou. Agora, resta apenas 10% do lago BBC
O desaparecimento do Mar de Aral, na Ásia Central, é uma das maiores catástrofes provocadas pelo homem do mundo. Para estimular o cultivo de algodão, políticas de irrigação agressivas implementadas pelos soviéticos transformaram 90% do que costumava ser o quarto maior lago do mundo em um deserto.

O repórter da BBC uzbeque Rustam Qobilov analisa as tentativas de salvar o Mar de Aral e suas probabilidades de sucesso.

Foram necessários apenas 40 anos para que o quarto maior lago do mundo, o Mar de Aral, na Ásia Central, secasse.

O que antes eram 60 mil quilômetros quadrados de água, com profundidade de 40m em alguns locais, evaporou. Agora, resta apenas 10% do lago.

Seu desaparecimento é considerado uma das alterações mais dramáticas feitas na superfície da Terra em séculos.

Os dois maiores rios da Ásia Central costumavam desaguar no Mar de Aral: um - o Syr Darya - a partir do norte; outro - o Amu Darya - a partir do sul.

Mas os dois rios também foram a fonte óbvia de irrigação para a indústria de algodão soviética.

Os soviéticos queriam transformar a Ásia Central na maior região produtora de algodão do mundo - por um período na década de 1980, o Uzbequistão cresceu mais do que qualquer outro país.

Como o mar encolheu, os enormes volumes de pesticidas e inseticidas jogados no rio ao longo dos anos tornaram-se gradualmente mais concentrados, até que os peixes começaram a morrer.

Em outras palavras, para construir a indústria de algodão, os soviéticos acabaram com um mar e seus peixes.

O clima também começou a mudar. A chuva parou. A grama secou, e os pequenos lagos de água doce que existiam perto da costa desapareceram, bem como os rebanhos de antílopes que costumavam vagar pela área.

Ao diminuir, o Mar de Aral ficou com o formato de um boneco de neve, com um corpo grande e gordo e uma cabeça pequena.

A cabeça é conhecida como o Pequeno Aral, com uma barragem localizada na "garganta" do boneco.

Foi essa barreira, a represa Kokaral, que permitiu que a água do lago subisse três metros a partir do seu ponto mais baixo desde 2005, enchendo o fundo do mar vazio e trazendo-o de volta à vida.

Mas o pequeno Aral sempre foi apenas 5% do tamanho total do antigo mar. Por isso, as grandes fábricas de processamento de peixe que agora estão ociosas nunca mais serão tão produtivas quanto antes.

Ainda assim, é a fonte de alguma esperança.

Marjan, um mulher de 67 anos que vive na antiga cidade portuária de Aral, no Cazaquistão, tem saudades dos dias antes do mar se transformar em um deserto.

Embora possa ser tarde demais para ela, diz desejar que seus netos possam ver a água batendo nos muros do porto outra vez.

A meta do governo cazaque é fazer com que o pequeno Aral se expanda até atingir sua antiga costa. Com o Banco Mundial, o governo pagou US$ 85 milhões pela barragem Kokaral.

No entanto, o que pode salvar o Pequeno Aral é visto no Uzbequistão como uma sentença de morte para o que resta do Grande Aral.

No lado uzbeque da barragem para o sul, as pessoas estão com raiva porque dizem que a barragem fechou a única fonte de água que estava entrando em seu mar.

No entanto, alguns acreditam que as autoridades uzbeques não estão muito preocupadas em salvar o Mar de Aral.

Depósitos de petróleo e gás foram identificados sob o fundo do mar. É mais fácil extrai-los em condições secas.

Empresas de energia russas e coreanas já começaram a trabalhar.
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Aral: as imagens impressionantes do mar que virou deserto12 fotos

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5.ago.2013 - Um dos vários barcos que estão "atolados" em Moynap, local que já foi um movimentado porto. A grande área que compreende o mar de Aral, um lago de água salgada na Ásia Central, tornou-se conhecida como o lugar onde houve o maior desastre ambiental já causado pelo homem. O lago, que já foi considerado o quarto maior do mundo, vem se reduzindo ao longo dos anos e hoje tem apenas um terço do tamanho original Catriona Gray/BBC
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2015/02/26/a-plantacao-de-algodao-que-fez-mar-de-aral-virar-deserto.htm#fotoNav=2

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