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TRADUÇÃO

domingo, 22 de janeiro de 2017


Após chuvas, nível do Cantareira sobe 1,4% e alcança 84,5% da capacidade

Estadão Conteúdo22.01.17 - 10h49



Após as chuvas registradas no sábado e na madrugada deste domingo, o nível do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Grande São Paulo, aumentou 1,4% em relação ao dia anterior e alcançou 84,5% da capacidade às 7 horas deste domingo, de acordo com boletim da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

No sábado, o volume estava em 83,1% e variou 0,9% na comparação com o dia anterior. O levantamento da pluviometria indica que choveu 35,9 milímetros no manancial nas últimas 24 horas até o balanço. O acumulado no mês é de 320,9 milímetros, acima da média histórica para janeiro (262,6 mm).

O aumento do volume operacional também foi registrado em outros sistemas, se comparado ao índice do dia anterior: Rio Grande (1,4%), Rio Claro (1,7%), Alto Tietê (0,9%) e Alto Cotia (0,2%). Guarapiranga foi a exceção, tendo baixa de 0,2% de sábado para domingo.

http://istoe.com.br/apos-chuvas-nivel-do-cantareira-sobe-14-e-alcanca-845-da-capacidade/?utm_source=terra&utm_medium=home&utm_campaign=parceiro

Príncipe Charles alerta: negar mudança climática destrói o planeta

https://noticias.terra.com.br/ciencia/principe-charles-alerta-negar-mudanca-climatica-destroi-o-planeta,2aafd17bdef5040a8e171621b8fdb7d3e18sd7t6.html

Aumento do nível do mar pode estar a caminho, dizem cientistas

Ian Joughin/Science/Divulgação
Canal formado por derretimento de gelo na Groenlândia
Canal formado por derretimento de gelo na Groenlândia

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Cientistas que estudam padrões de mudanças naturais no clima da Terra disseram nesta quinta-feira (19) que descobriram um sinal "preocupante" de que o aumento do nível do mar pode estar a caminho.
Publicadas na revista "Science", as descobertas mostram que as temperaturas da superfície do oceano durante o último período quente da Terra, há 125 mil anos, eram notavelmente semelhantes às de hoje.
Mas o que preocupa os cientistas é que o nível do mar naquela época era de seis a nove metros acima do que é hoje.
"A tendência é preocupante", disse o estudo, liderado por pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon, da Universidade College Dublin, da Universidade de Wisconsin e do Museu de Ciência da Virgínia.
"Esses resultados podem ajudar os cientistas a entender melhor como os oceanos responderão ao aquecimento moderno", acrescentou.
A Terra passa por períodos de calor e de frio que duram milhares de anos, e estes são influenciados por mudanças na exposição solar causadas por variações naturais na órbita do planeta, combinadas com a influência de gases causadores de efeito estufa na atmosfera.
Esses deslocamentos naturais diferem, porém, do ritmo atual de aquecimento da Terra, muito mais rápido, que é impulsado pela queima de combustíveis fósseis e pela emissão de gases que causam o aquecimento global, levando ao derretimento das geleiras e à subida do nível do mar.
A última vez que o clima foi excepcionalmente quente –na ausência de influência humana– foi há entre 116 mil e 129 mil anos, durante o que é conhecido como o último período interglacial.
Esse foi um dos períodos mais quentes nos últimos 800 mil anos, de acordo com o estudo.
IMPACTO DA HUMANIDADE
O estudo se baseou na análise de 83 núcleos de sedimentos marinhos, que podem dar pistas sobre o quão quente a Terra e os oceanos foram no passado.
Cada núcleo foi comparado com conjuntos de dados de 1870-1889 e de 1995-2014.
A análise mostrou que, 129 mil anos atrás, a temperatura global da superfície do oceano "já era semelhante à média de 1870-1889".
A temperatura subiu ao longo dos 4.000 anos seguintes, "atingindo uma temperatura indistinguível da média de 1995-2014".
A descoberta significa que alguns modelos científicos que foram usados ​​para estimar os níveis do mar em várias temperaturas podem ter sido subestimados.
Os cientistas já previram que o nível do mar subirá vários metros nos próximos anos, o que irá submergir muitas das comunidades costeiras do planeta, onde vivem um bilhão de pessoas.
Ninguém sabe quão rápido os mares podem subir nas próximas décadas, mas alguns especialistas dizem que esse estudo recente é motivo de alarme.
"A descoberta de que as atuais temperaturas globais da superfície do mar são indistinguíveis daquelas do último período interglaciar, há 125 mil anos, é extremamente preocupante, já que o nível do mar era de seis a nove metros mais alto do que o atual", disse o professor de Ciência do Clima Richard Allan, da Universidade de Reading, que não participou do estudo.
Allan disse que ainda pode levar milhares de anos para o mar atingir tal nível e que cortes no uso de combustíveis fósseis ainda poderiam ajudar a evitar esse processo.
"Devido ao tempo que leva para as profundezas dos nossos vastos oceanos aquecerem e para as gigantescas placas de gelo derreterem, levaria milhares de anos até que o nível do mar pudesse atingir tais níveis. Então, cortes contínuos e substâncias das emissões de gases de efeito estufa das atividades intensivas de energia continuam sendo vitais e benéficos para as sociedades", afirmou.
Cientista do Clima Oceânico na Universidade de Southampton, Meric Srokosz disse que o estudo é significativo, porque mostra que as mudanças nas temperaturas que ocorreram ao longo de milhares de anos estão agora ocorrendo no espaço de um século.
"Isso demonstra o rápido impacto da humanidade no planeta e aumenta a possibilidade de subidas significativas no nível do mar em longo prazo", acrescentou Srokosz. 
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/01/1851781-aumento-do-nivel-do-mar-pode-estar-a-caminho-dizem-cientistas.shtml

Acidente dá origem a paraíso de águas mornas e cristalinas em PE


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Paraíso isolado e quase intocado, a lagoa Azul é a novidade do verão em Pernambuco. Há pouco mais de um ano aberto ao público, o local, que fica em Jaboatão dos Guararapes (a 33 km do Recife), tem atraído turistas e pernambucanos que buscam de tranquilidade a adrenalina.
Quem vê a lagoa, de águas mornas e ladeada por um paredão rochoso de 50 metros de altura, não imagina que o cartão-postal surgiu a partir de um acidente. Há mais de 30 anos funcionava uma pedreira ali. Durante a perfuração para a extração de minérios, as máquinas atingiram o lençol freático, fazendo a água verter até a superfície.
A cratera, de cerca de 120 m de diâmetro e 22 m de profundidade, tornou-se um ambiente ideal para quem quer descansar com a família em um espaço rodeado por verde. Guarda-sóis, mesas e cadeiras são instalados às margens da lagoa, onde o visitante pode se acomodar.
ACESSO
Por ser uma área privada, para acessar a lagoa Azul é preciso pagar R$ 10. O lugar abre aos sábados e domingos, mas em janeiro funciona também nos dias úteis. É proibido levar alimentos e bebidas. Na lagoa existe um pequeno bar e algumas barracas, que vendem cerveja, refrigerante e petiscos.
"Depois que organizou ficou muito bom aqui para passar um dia com a família. Sabia da existência dessa área desde 1993, mas antigamente não tinha essa cara de clube, era local de desova de cadáveres", diz Severino de Queiroz Júnior, 36.
Nos fins de semana, além de poder nadar, o visitante pode praticar esportes radicais como tirolesa, rapel e bungee jump. "Tudo aqui me surpreendeu. Quando vi a tirolesa quis arriscar. É minha primeira experiência", diz a paulista Manuela Santos.
Os menos corajosos podem aproveitar a lagoa praticando stand-up ou passeando de pedalinho e caiaque. Ainda há a opção de fazer trilhas pela área de Mata Atlântica em grupos. Fernando Lins, 21, pedalou quatro horas de Olinda até a lagoa Azul. "Fiquei sabendo pelas redes sociais e fiz questão de vir. Estou encantado, vale muito a pena", diz ele.
O acesso à Lagoa Azul é a maior queixa de quem esteve no local. A Folha fez o trajeto de mais de 30 km, saindo do Recife. Boa parte do percurso foi pela rodovia PE-17. Na estrada não há sinalização horizontal nem placas, e em alguns trechos o acostamento não existe. O acesso à lagoa se dá passando por dentro de uma comunidade. Não há asfalto.
De acordo com Kalliny Gomes, gerente de turismo da Prefeitura de Jaboatão, os problemas de acesso à lagoa e de divulgação do ponto turístico começarão a ser resolvidos ainda neste verão. O Departamento de Estradas de Rodagem não quis comentar sobre as condições precárias da PE-17.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/01/1851961-acidente-da-origem-a-paraiso-de-aguas-mornas-e-cristalinas-em-pe.shtml

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

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