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TRADUÇÃO

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

http://noticias.uol.com.br/album/2014/10/17/melhores-imagens-da-national-geographic.htm?abrefoto=318
Imagem 318/321: Em uma região muito populosa, alguns espaços permanecem inabitados, como o vale Rift, no Parque Nacional de Queen Elizabeth, em Uganda. O local é repleto de crateras formadas por explosões vulcânicas. Sem as leis de proteção criadas entre os anos 1920 e 1960, os conservacionistas duvidam que alguma área selvagem ainda existiria hoje Joel Sartore/National Geographic Creative

Astrônoma chilena de 25 anos descobre novo planeta

http://noticias.terra.com.br/ciencia/astronoma-chilena-de-25-anos-descobre-novo-planeta,5e1d33232dbad0550794009aff9ec16eddyrRCRD.html
A jovem chilena diz que sabia que queria ser astrônoma desde os 11 anos de idade

A NASA desmentiu a informação divulgada pela Agência Espacial Russa de que a Terra estaria na trajetória do asteroide 2014 UR116, de 400 metros de diâmetro, e descoberto no final de outubro pelo Observatório Russo de Kislovodsk. O programa Objetos Próximos à Terra, da NASA, afirma que o 2014 UR116, apesar de ter um período orbital de três anos ao redor do Sol e de se aproximar da Terra periodicamente, não representa uma ameaça para nosso planeta, já que seu trajeto está suficientemente longe da órbita terrestre.
A Agência Espacial Russa havia publicado em seu site o resumo de um documentário chamado "Ataque Asteroide", do astrofísico Vladimir Lipunov, que descobriu o 2014 UR116. No vídeo, de tom apocalíptico, podem ser vistas imagens da enorme explosão produzida pelo impacto do meteoro que caiu sobre a Rússia em 2013.
Assita ao vídeo abaixo
Enquanto isso, o diretor do Centro de Planetas Menores, em Cambridge Massachusetts, recalculou a órbita do 2014 UR116 através do sistema Sentry, desenvolvido pelo Jet Propulsion Laboratory da NASA, e acabou descartando qualquer possibilidade de impacto entre o asteroide e a Terra (ou qualquer outro planeta), pelo menos nos próximos 150 anos.
Fonte: Clarín 
http://www.seuhistory.com/node/141596

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Agradecimento Especial !!!!

Quero no dia de hoje agradecer a cada um dos seguidores  e visitantes do Blog de coração muito obrigado, obrigado mesmo...para mim é uma grande satisfação publicar as noticias e artigos que considero interessante e Importante  no mundo da astronomia... Um forte abraço a todos uma ótima semana!!!!


24.ago.2015 - O Observatório de Torre Alta da Amazônia foi inaugurado nesta segunda-feira (24) no município de São Sebastião do Utumã, distante 150 quilômetros de Manaus. Com uma torre de 325 metros de altura, a primeira da América do Sul, os pesquisadores do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia) e do Instituto Max Planck de Química, da Alemanha poderão coletar dados do clima e da atmosfera antes só coletados por aeronaves. A torre teve financiamento de R$26 milhões, rateados em 50% para cada governo Ascom Inpa
Leia mais em: http://zip.net/bhrKYw
http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/entretenimento/2015/08/03/veja-imagens-de-ciencia-do-mes-agosto2015.htm

Norte-coreanos encaram nado, caminhada, minas e medo de prisão para deixar país

Macarena Vidal Liy
Em Seul (Coreia do Sul)
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  • JUNG YEON-JE
O regime endureceu os castigos, o que reduziu o número de fugitivos, afirma um intermediário que os introduz na Coreia do Sul     
Um jovem recruta, identificado só como Kim, é um dos últimos desertores que passou da Coreia do Norte para sua vizinha do Sul. E depois de percorrer mais de 200 km a pé desde seu quartel o fez pela via mais espetacular e direta, também a menos frequentada: a fronteira comum, salpicada de minas.
ma verdadeira proeza, dadas as dificuldades cada vez maiores para que os desertores norte-coreanos consigam deixar seu país e chegar a sua meca sonhada, a Coreia do Sul. Segundo o Ministério da Unificação em Seul, só 1.396 norte-coreanos pediram asilo em 2014, o menor número em nove anos. Entre 2007 e 2011, esse número havia se situado entre 2.400 e 2.900.
Park Min-Soo, que chegou a Seul em 2009, afirma que essa diminuição se deve ao endurecimento das medidas de segurança que o regime impôs. Park, que usa um pseudônimo, sabe do que fala: é um broker, um intermediário que vive de facilitar para que os dissidentes de seu país cheguem à outra Coreia.
A grande maioria foge através da fronteira com a China, cruzando os rios Tunmen ou Yalu. Sempre em grupos de menos de seis pessoas, para chamar a atenção o menos possível. É um trajeto perigoso: no verão é preciso atravessar as águas a nado. No inverno, quando gela, pode-se cruzar a pé, mas é mais fácil que os guardas norte-coreanos possam persegui-los. Por isso, explica Park, o método mais simples é subornar os soldados que guardam a fronteira para que façam vista grossa. De preferência, comandantes graduados: "É mais simples. São mais velhos e estão mais preocupados com preparar sua aposentadoria".
Mas desde a chegada ao poder de Kim Jong-un essa possibilidade tornou-se muito mais difícil.
Subornos a 2.200 euros
"Quando eu fui embora (em 2009), o suborno podia custar entre 30 mil e 100 mil won coreanos (entre R$ 80 e R$ 270). Agora se paga no mínimo US$ 2.500 (R$ 8750), um valor muito alto", afirma o intermediário, de 37 anos e que chegou a Seul há cinco, deixando para trás seus pais. Por um lado, aumentaram as rotações dos guardas, para evitar possíveis confraternizações com os moradores locais. O regime norte-coreano se tornou muito mais estrito na hora de punir os que ajudam na fuga, descreve Park. Não só os guardas, mas também os que atuam como intermediários no norte para organizar as fugas. Park afirma saber que vários de seus contatos no norte acabaram na prisão.
As penas de prisão estão mais duras. Anteriormente, os desertores capturados, ou quem ajudasse o contato com a Coreia do Sul, podia acabar cumprindo longas condenações em um campo de reeducação, uma prisão relativamente menos severa e que costuma acolher presos comuns. Agora, denuncia Park, seu destino é "inevitavelmente" o campo de prisioneiros políticos, "de onde é impossível escapar. E as penas são sempre perpétuas".
A Human Rights Watch descreveu esse último tipo de centro penitenciário como "caracterizado por abusos sistemáticos e com frequência em condições letais, incluindo rações escassas que levam praticamente à inanição, quase sem cuidados médicos, alojamento ou roupa inadequados e com maus-tratos habituais que incluem abusos sexuais, tortura pelos guardas e execuções".
As ameaças tornam cada vez mais difícil encontrar colaboradores para as redes de fuga e organizar traslados, afirma Park. Mas o intermediário reconhece que na queda do número de fugitivos também influi o fato de a situação econômica não ser mais a dos tempos de penúria dos anos 1990. Os agricultores estão autorizados a ficar com 60% da produção acordada com o governo, e com o excedente, se houver. Sobretudo nas áreas de fronteira, floresce uma economia privada muito incipiente, baseada no escambo e semitolerada pelo regime.
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/el-pais/2015/08/25/norte-coreanos-encaram-nado-caminhada-minas-e-medo-de-prisao-para-deixar-pais.htm

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