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TRADUÇÃO

terça-feira, 26 de julho de 2016

 - Atualizado em 

Jovem leva susto ao encontrar crocodilo no banheiro de casa

Redação RedeTV!

(Foto: Reprodução/NT News)
A jovem Coralie Myers, de 16 anos, levou um susto ao perceber que uma foto inacreditável que havia recebido do inquilino era real: um crocodilo estava no banheiro da casa dela, em Bees Creek, na Austrália.
"Eu acordei tipo: 'que merda é essa?' Eu estou sonhando? Isso não pode ser real", relembra ela em entrevista ao site NT News. 
Sem acreditar, ela levantou-se e foi conferir. "Eu fui ao banheiro e vi esse crocodilo deitado no chão. Eu não sabia se ele estava vivo ou morto - os olhos estavam abertos, mas ele não se movia", conta. "Eu não queria chegar muito perto, mas eu realmente precisava. Foi muita sorte ter um segundo banheiro na casa".
Como ficou esclarecido depois, o inquilino havia tropeçado no animal mais cedo e enviou a foto para a jovem por acreditar que o réptil estava ali como parte de alguma brincadeira. 
"Ele pensou que minha mãe tivesse colocado o crocodilo lá", explica Coralie, acrescentando que ficou mais assustada por pensar que alguém poderia ter entrado na residência e deixado o animal lá.
Como o réptil foi encontrado com a boca amarrada, a polícia acredita que ele tenha sido deixado no local por alguém e agora está à procura dos possíveis responsáveis pela brincadeira de mau gosto.
Segundo o especialista em crocodilos Tom Nichols, o réptil é uma fêmea e estava muito fraco. O animal foi capturado e levado para uma fazenda.
(Foto: Reprodução/NT News)
http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/da-para-acreditar/jovem-leva-susto-ao-encontrar-crocodilo-no-banheiro-de-casa

Zika poderá infectar 93 milhões de pessoas nos próximos 3 anos


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Cerca de 93 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe - incluindo 1,6 milhão de mulheres férteis - podem ser infectadas pelo vírus da zika até o fim da atual epidemia, dentro de dois ou três anos, de acordo com uma nova projeção feita por um grupo de cientistas americanos e britânicos.
O estudo, liderado por Alex Perkins, da Universidade Notre Dame (Estados Unidos), em parceria com cientistas da Universidade de Southampton, foi publicado na segunda-feira, 25, na revista científica Nature Microbiology.

Segundo Perkins, esses números representam o pior cenário possível.

"Por um simples fator aleatório, e porque alguns lugares são relativamente isolados e esparsamente povoados, o vírus não vai chegar a todos os cantos do continente", disse.
A estimativa foi feita a partir da soma de milhares de projeções localizadas sobre o número de pessoas que podem ser infectadas em quadrantes de cinco por cinco quilômetros em todo o continente. Como o vírus não deve chegar a todos os pontos da região, o total de 1,65 milhão de mulheres é o limite máximo para infecção nesta primeira onda de zika.
Com base nas atuais taxas de problemas congênitos em mulheres infectadas, a pesquisa sugere que dezenas de milhares de gestações poderão ser afetadas.
De acordo com os autores do artigo, no dia 30 de junho, já haviam sido registrados 1.674 casos confirmados de microcefalia associada à zika em cinco países, incluindo o Brasil.
"É difícil prever com precisão quantas mulheres férteis podem estar submetidas ao risco de infecção por zika, porque uma grande proporção dos casos não apresenta sintomas. Isso invalida os métodos que se baseiam apenas em dados sobre os casos e gera um imenso desafio para os cientistas que tentam entender essa doença", disse o geógrafo Andrew Tatem, da Universidade de Southampton. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2016/07/26/zika-podera-infectar-93-milhoes-em-3-anos.htm

Por dentro de uma base de lançamento de armas nucleares

Complexo no Arizona, hoje desativado, quase foi acionado durante a Guerra Fria.
25 JUL2016
16h40

BBC Brasil

segunda-feira, 25 de julho de 2016

ONG ilumina comunidades ribeirinhas da Amazônia comgarrafas PET e energia solar



por Brunella Nunes
bruneja

energiagarrafas PETinovação



O Norte do país é onde há maior dificuldade de acesso à energia elétrica, mesmo que seja alvo de grandes e devastadoras obras de usinas hidrelétricas. Provando que é possível aliar tecnologia e preservação, a Amazônia será iluminada de um jeito inusitado. As comunidades ribeirinhas da região contarão com soluções ecológicas e economicamente sustentáveis para obter luz, através do uso de garrafas pet, além de energia solar para iluminar as casas.



A tecnologia que será empregada tem sua origem na ideia desenvolvida em 2002 pelo brasileiroAlfredo Moser, que usou garrafas plásticas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa (lembra? O Hypeness falou sobre ele). Alocadas em pequenos buracos nos telhados, as garrafas recebem luz solar na parte superior e, por meio do efeito de refração, os raios se espalham e iluminam a parte interna do ambiente, equivalendo à claridade de uma lâmpada de 60 watts, em média.

A ideia inovadora do brasileiro ganhou escala nove anos depois de sua criação, nas Filipinas. As lâmpadas ajudaram a iluminar o dia a dia de milhares de pessoas, o que resultou na criação daONG Liter of Light, em 2011, ganhando prêmio Nobel de energia sustentável e adeptos em outros 21 países. No Brasil, a Litro de Luz já ajudou a iluminar Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Amazônia, serão investidos US$ 100 mil dólares nas luzes, além de R$ 30 mil por meio de verba da BrazilFoundation.



A iluminação por meio de garrafa pet, água e alvejante tornou a vida dos moradores mais simples e seguras, além de reduzir o número de quedas e aumentar a socialização entre moradores. A comunidade também participa de capacitação para que consigam implantar novos modelos. Além da lâmpada diurna, há também o modelo de lâmpada noturna, que é feita com materiais acessíveis como canos de PVC e vem acoplada com uma pequena placa solar para iluminar principalmente os postes de luz.

A economia gerada pelas soluções empregadas supera o seu custo em apenas 3 meses e ainda possibilita a redução de cerca de 250 kg na emissão anual de CO2. “Nossa principal motivação é testemunhar a grande diferença que algo tão trivial como a luz pode impactar na vida das pessoas. Desde possibilitar que uma criança possa ler um livro em casa à noite, que uma mãe possa voltar do trabalho mais tarde, e que idosos possam andar nas ruas em segurança”, complementa Laís Higashi, presidente da instituição em São Paulo.



















Todas as fotos © Litro de Luz

http://www.hypeness.com.br/2016/07/ong-ilumina-comunidades-com-garrafas-pet-e-energia-solar/

domingo, 24 de julho de 2016

Astrônomos da USP Tiram Dinheiro do
Próprio Bolso Para Pagar Pesquisa

Por GIULIANA MIRANDA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
24/07/2016 - 02h00

Foto: Marcos Leoni/ Folhapress
O professor de astronomia da USP Jorge Meléndez.

Após corte de cerca de 80% de recursos, entre bolsas e outras verbas de financiamento, pesquisadores de um dos principais grupos de astronomia do Brasil estão recorrendo a vaquinhas virtuais, “favores” de universidades estrangeiras e até ao próprio dinheiro para continuar as atividades e se manter em nível competitivo internacional.

O ramo da astronomia e da astrofísica demanda altos investimentos em instrumentos de observação, capacitação e deslocamentos, seja para observações astronômicas ou para a participação em congressos e treinamentos.

Responsável no ano passado pelo primeiro exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) descoberto por um grupo brasileiro, o professor de astronomia da USP Jorge Meléndez diz que o bom desempenho científico de seu grupo não foi suficiente para garantir os recursos necessários para tocar os trabalhos.

“Tentamos contornar do jeito que dá, mas está bem difícil. Para ajudar meus alunos, eu tenho tirado dinheiro de minha reserva técnica do meu próprio projeto. Também tentamos obter dinheiro de todos os lados, como parcerias com universidades do exterior e a própria organização dos congressos”, diz.

Aluno de doutorado em astronomia na USP, Henrique Reggiani também precisou complementar do próprio bolso para conseguir se manter na Alemanha durante um período de estágio de capacitação em espectrometria avançada para sua pesquisa.

“Era uma oportunidade muito boa, Avaliei que valia ir mesmo assim”, explica.

Colega de Henrique no doutorado, a astrônoma Marília Corrêa Carlos, tenta um financiamento coletivo virtual para tentar garantir sua participação em um congresso em Porto Alegre.

Líder do projeto Sampa (Stellar Atmospheres, Planets and Abundances), Meléndez avalia que a situação da pesquisa no Brasil se deteriorou nos últimos dois anos, Ele critica algumas políticas de financiamento, como Ciências sem Fronteiras (programa federal de intercâmbio), que em sua opinião tiveram recursos “mal empregados”.

“ O problema é que os cortes de hoje muitas vezes só vão ser percebidos lá na frente, quando os nossos equipamentos já não conseguirem dar conta do trabalho”, diz.

As verbas para pesquisa no Brasil como um todo têm sofrido sucessivos cortes.

O investimento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico)em auxílio a pesquisa caiu 50% em 2015 em comparação com 2014. Os números preliminares já liberados sobre 2016 não mostram qualquer tendência de recuperação.

Coordenadora da pós-graduação em astronomia do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas) da USP, Silvia Rossi diz que os cortes atingiram tanto as verbas para compra de equipamentos quanto as bolsas de pesquisa.

“Eu tento contemplar todo mundo e ajudar como dá, mas houve um corte muito expressivo dos recursos, especialmente da CAPES [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal , ligada ao Ministério da Educação] “, diz. “Eles cortaram bolsas que supostamente estavam ociosas, mas era um período em que os alunos da graduação estavam se formando e iam realizar procedimentos para avançar para a pós”, diz Rossi.

A coordenadora também afirma que houve redução de bolsas da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) – eram 44 em 2013 contra 27 em 2015 – e uma dificuldade adicional imposta pela agência.

“A FAPESP leva em consideração o histórico do aluno na graduação na hora de conceder uma bolsa de pós-doutorado. Há situações muito complicadas. Tive um aluno cujo o pai morreu no primeiro ano da faculdade e isso obviamente se refletiu no desempenho acadêmico dele. Mesmo com um bom desempenho na pesquisa hoje, ele não consegue bolsa de lá”

OUTRO LADO

O diretor-científico da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Carlos Henrique Brito Cruz, afirmou que os cortes nas bolsas e verbas aconteceram de uma maneira ampla devido à queda da arrecadação de impostos do Estado de São Paulo, que é a fonte de financiamento da agência.

Brito Cruz diz concordar com os critérios de desempenho rígidos para a concessão das bolsas.

“Tendo em vista que essas bolsas serão pagas com dinheiro do contribuinte, elas tem mesmo de ser dirigidas a estudantes que tenham excelente históricos acadêmicos”.

“A astronomia é uma área prioritária para a FAPESP, temos grandes projetos que estão indo muito bem. O GMT (Giant Magellan Telescope) já recebeu R$ 48 milhões.”

Procurada, a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) não comentou os cortes de recursos até  a conclusão desta reportagem.


Fonte: Jornal “Folha de São Paulo” - 24/07/2016
http://brazilianspace.blogspot.com.br/

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