Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

TRADUÇÃO

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Barcelona cria 'superilhas' para tirar carros das ruas e reduzir poluição

https://noticias.terra.com.br/mundo/barcelona-cria-superilhas-para-tirar-carros-das-ruas-e-reduzir-poluicao,efa538c7577b7ebeebf0cdb9e70434d7hrupig9i.htmlPoluição também é problema na turística Barcelona
Poluição também é problema na turística Barcelona
Foto: BBC / BBCBrasil.com

A perturbadora história do 'Polígono', campo de testes onde soviéticos explodiram quase 500 bombas atômicas
5

 Ouvir texto
 
0:00
 Imprimir Comunicar erro
  • BBC
    Vista aérea do 'Polígono', em que mais de 400 bombas nucleares foram detonadas
    Vista aérea do 'Polígono', em que mais de 400 bombas nucleares foram detonadas
"O Polígono" do Cazaquistão é um lugar com um passado aterrador.
Durante a Guerra Fria, mais precisamente entre 1949 e 1989, o local, conhecido oficialmente como Campo de Testes de Semipalatinsk, esteve no coração do programa nuclear da União Soviética - nada menos que 456 bombas foram detonadas nos 18 mil quilômetros quadrados do espaço.
E as consequências são sentidas até hoje.
Situado em uma região de estepe na Ásia Central, o Polígono era o maior campo de testes do mundo e sua extensão equivalia ao território da Bélgica.
Os testes eram coordenados a partir da cidade planejada de Kurchatov, que recebeu este nome em homenagem ao físico Igor Kurchatov, um dos pais do programa nuclear soviético.
A região foi escolhida tanto pelas suas características geográficas quanto por sua relativa proximidade de Moscou e, de acordo com o chefe do programa nuclear soviético, Lavrenti Beria, por ser um local "praticamente desabitado".
Foi justamente a desolação do terreno que fez com que, em meados do século 19, o czar russo Nicolau 1º enviasse para um campo de trabalhos forçados da região o escritor e dissidente russo Fiódor Dostoiévski.

Desabitado?

Porém, quando as autoridades russas decidiram criar ali o campo de testes, em 1947, cerca de 700 mil pessoas viviam nos arredores.
Karipbek Kuyukov é uma vítima dos testes. "Nasci sem braços. Minha mãe ficou chocada, foi tudo muito difícil para ela. Ficou dias sem olhar para mim", conta ele à BBC.
Nascido em 1968, Kuyukov é filho de um casal que pertencia a um grupo de pastores nômades evacuado pelo Exército soviético apenas horas antes de um teste nuclear.
"Os médicos disseram à minha mãe que, se ela não me quisesse, poderiam me dar uma injeção para acabar com meu sofrimento e o dela", explica.
Seu pai, porém, disse não.
"Ele me deu o presente da vida. Creio que desde então minha missão na Terra é assegurar que seja uma das últimas vítimas dos testes nucleares", completa Kuyukov.

'Espetáculo bonito'

As detonações foram realizadas em segredo absoluto pelo regime soviético. E muitos detalhes sobre o programa nuclear da URSS permaneceram desconhecidos porque o governo da Rússia ainda mantém os documentos sob sigilo.
"Minha mãe contava que subia as colinas para observar as explosões", diz Kuyukov.
"Ela dizia que era um espetáculo bonito, que começava com um flash e terminava com a subida ao céu de uma espécie de cogumelo. Segundos depois, tudo ficava escuro".
Durante muitos anos, os habitantes do "Polígono" eram examinados periodicamente por médicos do Exército. A região registrou o surgimento de doenças, incluindo inúmeros casos de câncer. Famílias inteiras se suicidaram, segundo contam moradores.
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/02/23/a-perturbadora-historia-do-poligono-campo-de-testes-onde-sovieticos-explodiram-quase-500-bombas-atomicas.htm

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

'Encontrar uma 2ª Terra é questão de tempo': por que o novo anúncio de exoplanetas é importante

https://noticias.terra.com.br/brasil/encontrar-uma-2-terra-e-questao-de-tempo-por-que-o-novo-anuncio-de-exoplanetas-e-importante,5e1e2b7c1af58e8f82c0824cc8dc3ca0oz0nqjsm.htmlSete planetas têm órbitas próximas a estrela fria, de maneira semelhante a lua de Júpiter
Sete planetas têm órbitas próximas a estrela fria, de maneira semelhante a lua de Júpiter
Foto: NASA / BBCBrasil.com
Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link “http://f5.folha.uol.com.br/bichos/2017/02/sucuri-de-mais-de-tres-metros-fica-presa-em-tubulacao-e-interrompe-abastecimento-de-agua-no-interior-de-sp.shtml” ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.
http://f5.folha.uol.com.br/bichos/2017/02/sucuri-de-mais-de-tres-metros-fica-presa-em-tubulacao-e-interrompe-abastecimento-de-agua-no-interior-de-sp.shtml

Astrônomos descobrem sistema com 7 exoplanetas, e eles podem ter água

Maria Júlia Marques
Do UOL, em São Paulo
 Ouvir texto
 
0:00
 Imprimir Comunicar erro
"Não, nós não encontramos ETs, mas nossa descoberta pode ajudar na busca da vida fora do nosso Sistema Solar." A descoberta anunciada pelo ESO (Observatório Europeu do Sul) não é aquela que buscamos há tanto tempo, mas mantém nossa esperança. 
Sete exoplanetas foram descobertos orbitando uma estrela próxima, a cerca de 39 anos-luz de distância, de acordo com comunicado feito pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta quarta-feira (22). E as condições de alguns deles podem ser favoráveis para água em estado líquido.
A estrela anã que fica no centro desse sistema estelar, como se fosse o nosso Sol, é chamada de TRAPPIST-1, e é um pouco maior que Júpiter (o planeta é cerca de 12 vezes maior que a Terra). Um dos autores da pesquisa, Michael Gilion, explica que se o nosso Sol fosse do tamanho de uma bola de basquete, a TRAPPIST-1 seria uma bola de golfe. 
Estimativas iniciais sugerem que os novos planetas têm massas semelhantes à da Terra e composições rochosas. Para você ter uma ideia, os maiores exoplanetas, o primeiro (por ordem de proximidade da estrela) e o sexto, são 10% maiores que a Terra. Já os menores, o terceiro e o sétimo (o mais distante da estrela), são 25% menores que nosso planeta. A descoberta foi feita em parceria entre astrônomos de todo o mundo, usando telescópios da Nasa e do ESO.
Este é o sistema com o maior número de planetas tão grandes quanto a Terra já descoberto, bem como aquele que tem o maior número de mundos que podem ter água líquida. Antes disso, o sistema com mais exoplanetas já descoberto tinha apenas três planetas.
A descoberta nos dá uma pista de que encontrar outra Terra não é uma questão de 'se' [ela existe], mas de 'quando'."
Thomas Zurbuchen, diretor da área de missões científicas da Nasa
Infelizmente, você não deverá estar vivo quando os astronautas conseguirem chegar até os planetas, mas os pesquisadores prometem mais novidades sobre o sistema em apenas cinco anos. 

Pode ter água por lá?

NASA/JPL-Caltech
A ilustração mostra como deve ser o sistema planetário de TRAPPIST-1 com base nos dados disponíveis sobre os diâmetros, massas e distâncias dos exoplanetas
 As análises, publicadas na Nature, indicam que em ao menos seis deles as temperaturas na superfície devem variar entre 0ºC e 100ºC, mas não é possível confirmar que exista água em estado líquido. Ainda é preciso buscar por mais dados.
https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/22/nasa-descobre-sistema-estelar-com-sete-exoplanetas-e-eles-podem-ter-agua.htm

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Homem morto há 1.400 anos tem rosto recriado, e é considerado "gato"

Do UOL, em São Paulo
 Ouvir texto
 
0:00
 Imprimir Comunicar erro
  • Universidade de Dundee
Ele tem cabelos longos e ondulados, uma grossa barba "viking" e manchas suaves em torno de seu rosto. Foi brutalmente assassinado com golpes na cabeça, há 1.400 anos. Mas todo seu rosto pode ser visto agora, após um trabalho de reconstrução facial utilizando imagens em 3D feito por pesquisadores da Universidade de Dundee, na Escócia. Há quem já comece a chamá-lo de "esqueleto-gato".
O rosto do homem, pertencente ao povo Pict, que habitou a Escócia no fim da era dos metais, foi revelado em imagens realistas de computador. Elas foram produzidas com um programa que usa fotografias digitalizadas do esqueleto para gerar diversas camadas do rosto, como músculos e pele. Após a reconstituição, os pesquisadores descreveram o homem como "surpreendentemente bonito".
O esqueleto do homem Pict foi encontrado em uma caverna na Ilha Negra, na Escócia. Eles ficaram surpresos devido à posição em que foi encontrado: de pernas cruzadas, algo incomum, com pedras grandes prendendo suas pernas e braços. Após análise de antropólogos, foram identificadas as lesões que o homem sofreu antes de morrer. Ao menos cinco impactos resultaram em fraturas na face e no crânio.
"Este é um esqueleto fascinante em um estado notável de preservação, que tem sido habilmente recuperado. Ao estudar seus restos, aprendemos um pouco sobre sua curta vida, mas muito mais sobre sua morte violenta", diz o antropólogo forense Dame Sue Black.
Universidade de Dundee
Esqueleto do homem Pict foi encontrado em uma caverna na Ilha Negra, na Escócia, de pernas cruzadas

Morte bárbara

Segundo os pesquisadores, o primeiro impacto quebrou seus dentes no lado direito da boca. O segundo quebrou sua mandíbula no lado esquerdo. O terceiro resultou em fratura na parte de trás da cabeça. O quarto impacto atravessou o crânio de lado a lado. O quinto, no topo do crânio, deixou o maior buraco. Foram utilizadas armas como pedras em todos os ataques.
A datação feita com o método do Carbono 14 indica que ele morreu entre 430 e 630 DC. O esqueleto foi descoberto quando uma equipe estava escavando o local com objetivo de determinar quando a caverna fora ocupada.
Abaixo de camadas relacionadas com o uso da caverna desde a virada do século 20, eles encontraram evidências de que o local tinha sido utilizado para ferraria durante o período Pict. Contudo, o achado inesperado do esqueleto deu à caverna um significado diferente.
"Embora não saibamos por que o homem foi morto, a disposição de seus restos nos dá uma visão da cultura daqueles que o enterraram. Talvez seu assassinato fosse o resultado do conflito interpessoal. Ou havia um elemento sacrificial relacionado à sua morte?", questiona o líder das escavações, Steven Birch.
Os pesquisadores esperam que a análise do esqueleto forneça mais detalhes do lugar e da importância do homem.
https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/20/homem-morto-ha-1400-anos-tem-face-refeita-e-e-chamado-de-bonito.htm

NASA TV AO VIVO -- NO PROJETO CUE!!!

CHAT -- PROJETO CUE