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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Agência Espacial Russa adia para 2020 a 2ª fase da ExoMars

http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/agencia-espacial-russa-adia-para-2020-a-segunda-fase-da-exomars,e0b522e7b6cd9825a6a421da7a3d3e72iolg6bbw.html
Foto: EFE

Para cientistas, riscos associados ao Zika são maiores do que se pensava

http://saude.terra.com.br/para-cientistas-riscos-associados-ao-zika-sao-maiores-do-que-se-pensava,0910ef2127a2d319de76b662e93bdd3exsps11fx.htmlPesquisas apontam que a microcefalia é apenas um dos danos causados pelo vírus da Zika
Pesquisas apontam que a microcefalia é apenas um dos danos causados pelo vírus da Zika
Foto: BBC / BBCBrasil.com

Estudo identifica genes e mutações que causam câncer de mama

http://saude.terra.com.br/estudo-identifica-genes-e-mutacoes-que-causam-cancer-de-mama,91bd2b660800ccfb8986377815e9bf3bup8i4wh3.html
Foto: vitanovski / iStock

2.mai.2016 - Homem pesca em rio em meio a neve que cai na cidade de Divnogorsk, na região da Sibéria, na RússiaImagem: Ilya Naymushin/Reutershttp://noticias.uol.com.br/album/album-do-dia/2016/05/02/imagens-do-dia---2-de-maio-de-2016.htm#fotoNav=3

Concurso escolhe melhores fotos de parques dos EUA



Por Fabiano Alcântara

Atualizado em 1/05/2016
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ReproduçãoAs melhores fotos de parques nacionais dos EUA

Os parques nacionais dos Estados Unidos completaram 100 anos e a fundação que os administra promoveu um concurso para escolher as melhores fotos tiradas por amadores nos parques.


O Share the Experience elegeu os vencedores do prêmio entre 15 mil fotos. As imagens dão vontade de estar no meio da natureza. Veja em nossa galeria.

Concurso escolhe melhores fotos de parques dos EUA
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http://virgula.uol.com.br/viagem/concurso-escolhe-melhores-fotos-de-parques-dos-estados-unidos/#img=1&galleryId=1095763

O deserto colorido e mortal onde cientistas procuram os extremos da vida
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Da BBC Mundo - 
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  • Felipe Gomez/Europlanet 2020RI
É o lugar mais quente do planeta, e isso não se sente apenas no ambiente externo.
Também é o mais quente no solo. Como é uma depressão, o magma está mais próximo da superfície, o que faz com que a água da chuva e do mar (que infiltra na terra) se esquente até estourar em gêiseres de 90ºC de temperatura, levantando nuvens amarelas de enxofre e impregnando o ar com sais de cloreto.
A depressão Danakil, na Etiópia, é um dos locais mais inóspitos do mundo.
O rio Awash chega até lá para morrer sem alcançar o Oceano Índico. Não há plantas nem animais nem vida - será?
Isso foi o que o astrobiólogo Felipe Gómez foi verificar.
Para ele, a viagem é a realização de um "sonho de criança".
"Sempre quis me relacionar com as ciências espaciais. O que não podia imaginar era poder desenvolver isso. Sempre fui apaixonado pelo universo. Além disso, a vida, o processo químico que conhecemos como vida, me intrigava muito, e o fato de os cientistas não entrarem em acordo sobre o que ela é".
Gómez conciliou as duas coisas e se envolveu com o Centro de Astrobiologia da Espanha, em colaboração com o Instituto de Astrobiologia da Nasa (agência espacial americana).
"Envolvi-me em projetos espaciais, estudando a habitabilidade, e acabei em pesquisas sobre a vida em ambientes extremos", afirma Gómez, sobre como foi parar nesse ponto da África em que o movimento das placas tectônicas está causando uma ardente depressão.

Vida no limite

Gómez queria "estudar a vida desde o ponto de vista dos limites: em qual momento aparece e quanto suporta".
"Isso me levou ao Atacama, à Antártica, ao Ártico e agora à Etiópia, que são tão extremos que parecem outros planetas. O passo seguinte é verificar se realmente existe a possibilidade de vida fora da Terra. Podemos encontrá-la em Marte, por exemplo? E se encontrarmos, vamos reconhecê-la?", disse o pesquisador à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Ou seja: apesar de ter os pés na Terra - em brasas ou congelada -, Gómez vive com a mente em outro mundo. "Certo, certo", diz ele, aos risos.
O astrobiólogo e equipe se hospedaram em um povoado da etnia afar, último ponto habitado na região, muito próximo à fronteira com a Eritreia.
"É uma região completamente desabitada, mas é preciso ir com seguranças, porque as fronteiras estão próximas e a situação é complicada."
Até nesse deserto, a ameaça humana está presente. E não é o único risco que a equipe tem que enfrentar.
"Não se pode respirar as emissões de enxofre, então tínhamos que sair quando o vento trazia essa substância."
O trabalho se deu em uma condição "multiextrema": temperaturas elevadas, pH muito ácido, alta carga de metais. "Realmente muito interessante, não?", brinca Gómez.
O resultado final do trabalho ainda está por vir, mas os primeiros achados convenceram Gómez de que há vida por lá.
"Onde há água, há vida, quaisquer sejam as condições ambientais."
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/05/02/o-deserto-colorido-e-mortal-onde-cientistas-procuram-os-extremos-da-vida.htm

Astrônomos descobrem planetas 'potencialmente habitáveis' em órbita de estrela anã fria

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Astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul) localizaram três planetas potencialmente habitáveis a apenas 40 anos-luz da Terra.
Os planetas têm tamanhos e temperaturas semelhantes aos de Vênus e da Terra e, de acordo com os astrônomos, são a melhor aposta na busca por vida fora do Sistema Solar. Os planetas orbitam uma estrela anã muito fria - são os primeiros planetas descobertos em torno de uma estrela tão pequena e de brilho tão fraco.
A pesquisa, liderada por Michaël Gillon, do Instituto de Astrofísica e Geofísica da Universidade de Liège, na Bélgica, foi publicada na edição desta segunda-feira da revista científica Nature.
Os astrônomos suspeitaram da existência de planetas no entorno da estrela, quando, usando o telescópio robótico TRAPPIST, de La Silla, no Chile - operado de uma sala de controle na Universidade de Liège, na Bélgica -, perceberam que a luz da estrela diminuía um pouco em intervalos regulares, indicando que havia objetos passando entre a estrela e a Terra.
Após outras observações feitas com o supertelescópio VLT, também no Chile, os astrônomos descobriram que a estrela anã, rebatizada de Trappist-1, é muito mais gelada e vermelha que o Sol, porém pequena, um pouco maior do que Júpiter.
Eles descobriram também que os planetas que orbitam a Trappist-1 são de tamanhos parecidos aos da Terra. A órbita de dois deles é de 1,5 dia e 2,4 dias, respectivamente. Já o terceiro planeta tem um órbita menos constante, que varia de 4,5 a 7,3 dias.
"Com tempos de órbitas tão curtos, eles estão entre 20 e 100 vezes mais perto da estrela do que a Terra do Sol. A estrutura deste sistema planetário está muito mais próxima em escala do sistema das luas de Júpiter do que do Sistema Solar", diz Michaël Gillon.

Aquário

Este tipo de estrela é muito comum na Via Láctea e vive por muito tempo, mas os cientistas nunca tinham descoberto planetas ao redor delas. Apesar de estar muito perto da Terra, a Trappist-1 não pode ser vista a olho nu ou com um telescópio simples, porque é muito escura e vermelha. Ela fica na constelação de Aquário.
O estudo traz novas perspectivas na busca por planetas habitáveis, já que cerca de 15% das estrelas próximas ao Sol são deste tipo.
"Por que estamos tentando detectar planetas como a Terra ao redor das menores e mais geladas estrelas nas vizinhanças do Sistema Solar? O motivo é simples: sistemas em torno destas pequenas estrelas são os únicos locais onde podemos detectar vida em um exoplaneta do tamanho da Terra com a tecnologia disponível atualmente", diz Michaël Gillon, principal autor do estudo.
"Se quisermos encontrar vida em outro lugar no Universo, é aí que podemos começar a procurar", conclui.
O coautor Emmanuël Jehin explica que, até então, a existência de "mundos vermelhos" orbitando essas estrelas supergeladas era puramente teórica.
"Isso realmente é uma mudança de paradigma em relação à população do planeta e os caminhos para acharmos vida no Universo", afirma. "Temos não só um adorável planeta em torno de uma estrela vermelha mas um sistema completo, com três planetas!"

Buscando pista sobre habitabilidade (na luz)

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/05/02/astronomos-descobrem-planetas-potencialmente-habitaveis-em-orbita-de-estrela-ana-fria.htm

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