Pesquisar este blog

Carregando...

Total de visualizações de página

TRADUÇÃO

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016



POEIRA CÓSMICA NO SEU TELHADO? - A poeira cósmica é formada por partículas que estão no Universo desde a formação do Sistema Solar. Essa poeira tem caído na Terra há bilhões de anos e é usada no estudo da evolução. Anteriormente, as partículas de 0,01 milímetro eram procuradas no gelo de lugares como a Antártida, já que era difícil desenterrar as minúsculas poeiras cósmicas em áreas urbanas. Mas um estudo da Imperial College London, na Inglaterra, achou a poeira em plena cidade. Cientistas juntaram 300 kg de sedimentos presos em calhas e telhados de Paris, Oslo e Berlim. Como a poeira cósmica é magnética, eles usaram o magnetismo para separá-la do restante do material e encontraram cerca de 500 partículas. Pode ter um pedaço do universo no seu telhadoImagem: Reproduçãohttp://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2016/12/01/veja-imagens-de-ciencia-do-mes-dezembro2016.htm?abrefoto=7

Morre primeiro astronauta americano que orbitou a Terra 

Comunicar erro
Morreu, aos 95 anos, o lendário astronauta John Glenn, o primeiro americano a orbitar a Terra.
Veja todos os vídeos do Jornal da Noite.http://tvuol.uol.com.br/video/morre-primeiro-astronauta-americano-que-orbitou-a-terra-04024D9A3966E0816326

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cientistas descobrem 30 novas espécies de animais em cavernas na Croácia

https://noticias.terra.com.br/ciencia/animais/cientistas-descobrem-30-novas-especies-de-animais-em-cavernas-na-croacia,a3c8afec5f529cbffdf41e0ec5a69945xqsfaooj.html

Fumar um cigarro por dia também aumenta risco de morte prematura, diz estudo

Em Washington

 Ouvir texto

0:00
 Imprimir Comunicar erro

  • Shutterstock
As pessoas que fumam apenas um ou menos cigarros por dia também correm um risco maior de morte prematura em relação aos que nunca fumaram, indica um estudo publicado na segunda-feira.

Fumar um cigarro ou menos em média por dia ao longo da vida aumenta em 64% o risco de morte prematura, e em até 87% entre os que fumam de um a dez cigarros por dia, afirmam os pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI), em uma pesquisa publicada na revista médica JAMA Internal Medicine.

"Os resultados deste estudo confirmam a vigência das advertências contra o tabaco e o fato de que não existe um nível (de consumo) sem riscos", disse Maki Inoue-Choi, diretora da Divisão de Epidemiologia do Câncer do NCI e autora principal do trabalho.

O tabagismo é responsável por cinco milhões de mortes por ano em todo o mundo, disse a pesquisadora.

Entre os fumantes leves, o risco de mortalidade diminui para aqueles que param de fumar em comparação com os que continuam fumando. E quanto mais jovens eles abandonam o cigarro, mais o risco diminui, segundo o estudo.

A mortalidade prematura entre os fumantes leves resulta principalmente do câncer de pulmão.

O risco de morrer de câncer de pulmão é nove vezes maior para as pessoas que fumam regularmente ao menos um cigarro por dia, em relação àqueles que nunca fumaram.

Entre os que fumam regularmente de um a dez cigarros por dia, a probabilidade de morrer de câncer de pulmão é cerca de 12 vezes maior que a dos não fumantes, segundo a pesquisa.

Embora os perigos do tabaco tenham sido bem documentados desde 1964, quando a máxima autoridade médica dos Estados Unidos emitiu pela primeira vez um relatório alertando contra o tabagismo, os efeitos sobre a saúde de um consumo baixo de cigarros - menos de dez por dia - não tinham sido estudados antes.

Para este estudo, os pesquisadores analisaram os dados médicos de mais de 290.000 adultos brancos de entre 59 e 82 anos, dos quais 22.337 (7,7%) fumavam, 156.405 (54%) eram ex-fumantes e 111.473 (38,4%) nunca tinham fumado.

Entre os fumantes, 159 afirmaram fumar menos de um cigarro por dia em média durante sua vida, e cerca de 1.500 relataram consumir entre um e dez cigarros por dia.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/afp/2016/12/06/fumar-um-cigarro-por-dia-tambem-aumenta-risco-de-morte-prematura.htm

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016


Plataforma de gelo na Antártida caminha para a desestabilização

NASA Goddard Space Flight Center/Flickr
Iceberg tabular da ilha Pine
Iceberg tabular da ilha Pine

Nada é pequeno na Antártida, o continente gelado que contém metade da água doce do mundo. Uma geleira como a da ilha Pine pode cobrir uma área do tamanho do Texas e alcançar dezenas, centenas de metros de espessura.
Esses rios de gelo que vêm do interior do continente têm sua velocidade reduzida por imensas plataformas de gelo, que atuam como rolhas na sua embocadura no mar. Sem essas barreiras, as geleiras se aceleram e derretem mais rápido no oceano, elevando seu nível no mundo todo.
Plataforma e geleira que tomam emprestado o nome da ilha Pine estão no centro da preocupação porque a primeira está ficando instável desde os anos 1940. Ao que parece, o processo de desestabilização tem origem no aquecimento das águas em torno da Antártida.
Se não fosse pela calota de gelo que o recobre, o continente austral seria uma série de ilhas que hoje estão conectadas pelas geleiras e plataformas de gelo. Estas últimas se apoiam, na margem mais próxima da terra, sobre o que seria o fundo do mar caso não estivessem ali.
Mais à frente, há água do oceano sob elas, como se fosse um píer flutuante ancorado no terreno seco. A diferença está em que as amarras neste caso se compõe de gelo, que derrete mais rápido em contato com a água em aquecimento.
Com essas amarrações em rocha cada vez mais frágeis, várias fissuras têm surgido na plataforma. No verão passado, uma delas levou ao desprendimento de um iceberg tabular com mais de 580 km2 de superfície, suficiente para abrigar um terço do município de São Paulo.
Dois artigos científicos recentes esmiuçaram a interação do mar com a plataforma e as fissuras. Um deles saiu na revista "Nature" em 23 de novembro, e o outro, na "Geophysical Review Letters", cinco dias depois.
Tudo indica que a plataforma está mesmo sendo solapada por baixo e que suas raízes em terra recuam a passos largos. A conclusão, para lá de preocupante, é que esse processo não tem volta e que a desestabilização prosseguirá por várias décadas, abrangendo toda a Antártida Ocidental.
Aí o bicho vai pegar. O único consolo é que, como se diz, no longo prazo estaremos todos mortos –não testemunharemos o resultado de nossas ações e omissões, e só os nossos descendentes sofrerão as consequências. 
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2016/12/1838074-plataforma-de-gelo-na-antartida-caminha-para-a-desestabilizacao.shtml

NASA TV AO VIVO -- NO PROJETO CUE!!!

CHAT -- PROJETO CUE